13 e 14 de novembro, Fortaleza/CE

XI FinancIES

Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil

Notícias

5 Seleto Marketing Educacional Experts aposta em networking no XI FinancIES

O modelo participativo do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) e as oportunidades de networking durante o evento são as apostas da empresa 5 Seleto Marketing Educacional Experts, uma das patrocinadoras da 11ª edição, marcada para os próximos dias 13 e 14 de novembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará.

Durante a ampla programação, que reúne palestras, apresentação de cases de sucesso, dinâmica de grupo e discussão sobre temas da atualidade na área educacional, os participantes do FinancIES terão a oportunidade de conhecer as estratégias da 5 Seleto, agência de marketing digital com mais de 10 anos de mercado, que desenvolve expertise para ajudar instituições de ensino a aumentar sua captação de alunos. Além disso, a empresa faz parte de uma rede com foco em educação e o objetivo de transformar a maneira que as IES trabalham com captação e retenção de estudantes.

“Vamos distribuir folderes, trocar cartões e bater papo nos intervalos do evento”, destaca o gerente comercial Walter Cerboncini Filho, que participa estreia no FinancIES com expectativa de fechar negócios durante o Fórum.

XI FinancIES discute inteligência artificial, biohacking, blockchain e criptomoedas na educação

Tecnologias que estão transformando o presente e futuro da educação, como inteligência artificial, biohacking, blockchain e criptomoedas serão apresentadas pelo diretor acadêmico da Fiap, Wagner Sanchez, no XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), que será realizado nos próximos dias 13 e 14 de novembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará.

“Estamos presenciando uma fusão de tecnologias exponenciais que proporcionam mudanças radicais nos formatos das empresas, nas carreiras dos profissionais, na forma como as pessoas compram, estudam e até se relacionam, tornando o dia a dia repleto de experiências jamais vividas”, destaca o palestrante, que é doutor e mestre em Engenharia Biomédica e especialista em redes neurais artificiais.

Segundo Sanchez, um entusiasta de modelos disruptivos de transmissão de conhecimento, as novas gerações clamam por mudanças de paradigmas. “Elas querem modelos de negócios digitais e a educação precisa urgentemente estar alinhada a estas novas demandas do mercado”, conclui ele, com mais de 20 anos de experiência em consultoria e docência nas áreas de Tecnologia, Educação e Inovação.

Psicopedagogo formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), Sanchez é pós-graduado em Engenharia de Software, bacharel em Análise de Sistemas, diretor acadêmico dos cursos de graduação e coordenador do MBA em Health Tech da Fiap e coautor de vários livros.

Capta2Edu divulga estratégias de campanhas para instituições de ensino superior no XI FinancIES

Os participantes do XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), agendado para os próximos dias 13 e 14 de novembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará, terão oportunidade de conhecer estratégias modernas e campanhas inteligentes desenvolvidas pela Capta2Edu.

A empresa de consultoria patrocinadora do evento apresentará suas ações focadas no portfólio de cursos, ensino presencial e a distância. Outra novidade que será divulgada no evento é o curso online com os segredos de uma metodologia testada e aprovada na captação eficiente de alunos, que será lançado este ano pela Capta2Edu. O programa visa desenvolver estratégias modernas para captação de leads e serve para preparar a equipe de vendas para atuar neste mercado de hiper competição.

A automação de dados e as estratégias de captação de alunos são o DNA da forma de atuar da Capta2Edu, especializada na captação de alunos para educação e no treinamento de equipes que estará presente nesta edição do Financies e ajudará na visão necessária ao bom alcance nas metas de matrículas.

XI FinancIES ensina a transformar a escola em plataforma de serviços educacionais exponenciais

O professor e diretor de Inovação do Grupo Ânima, Rafael Oliveira Ávila, vai mostrar como a escola pode ser uma plataforma de serviços educacionais exponenciais. Ele é um dos palestrantes do XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), que será realizado nos próximos dias 13 e 14 de novembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará.

“Quero demonstrar a capacidade de exponencializar os diversos serviços oferecidos, trazendo uma lógica de encarar cada um como um projeto, uma startup ou negócio à parte”, destaca o palestrante.

Segundo o profissional, o principal desafio, especialmente das IES privadas, é manter equilibrado o tripé: qualidade, a qual não se pode prescindir; inovação, que garantirá a sobrevivência do negócio; e escala, que permite maior abrangência de atuação. “Todas também passarão pela necessidade de transformação digital, que é uma força global. E um desafio nascente é a eliminação, cada vez mais comum em outros segmentos, dos gatekeepers, intermediários e do efeito pacote, uma lógica em que muitas organizações, inclusive escolas, ainda se ancoram. Se eliminarmos os intermediários na educação, a pergunta é: Por que preciso de uma escola?”, questiona.

Ávila também pretende mostrar tendências e elementos para a construção de uma escola do futuro, discutindo a necessidade de processos tradicionais como vestibular, provas, professores estritamente conteudistas e seres humanos executando alguns processos. “Quero provocar reflexões sobre o que temos de modelo de educação hoje e o que vem se configurando como modelo para o futuro”, avalia.

Na opinião do palestrante, a operação do hoje draga recursos financeiros e humanos e impede as IES de vislumbrarem inovações mais disruptivas, que poderiam ser garantia de sobrevivência do negócio no futuro. “Precisamos provocar imensos desconfortos sobre o status quo, evidenciando possíveis caminhos, até para que as escolas pensem sobre o que podem melhorar, em termos de inovações incrementais, mas também o que podem construir para um modelo de educação que atenda um estudante e um mercado vindouro. É um momento de olhar o hoje, conversar, trocar melhores práticas, mas também para questionar se o que é feito hoje valerá para o amanhã”, diz.

Ávila destaca a importância do FinancIES. “Não há negócios que possam prescindir dos profissionais que lá estarão, ou seja, dos CFOs e demais executivos da área que, de alguma forma, acabam imersos em suas demandas do dia a dia. Um evento desta natureza traz conforto ao demonstrar que os dilemas vividos por um são vividos por muitos, além de inspiração, pois muitos têm bons exemplos de suas práticas cotidianas, mas pode servir ainda à construção de um novo paradigma e um novo mindset para a gestão das escolas no futuro”, aposta.

XI FinancIES discute o que esperar do próximo presidente da República

O que esperar para a área educacional após a eleição do novo presidente da República? A questão será discutida pela assessora institucional do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), Elizabeth Guedes, também vice-presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) e membro titular do Conselho de Participação do Fundo Garantidor do Fies, durante a edição deste ano do evento, que acontecerá nos dias 13 e 14 de novembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital cearense.

“Como falarei sobre a educação sob o novo presidente eleito, serei objetiva na comparação entre nossos anseios hoje e a possibilidade de que sejam atendidos pelo novo governo. Financiamento estudantil continuará a ser visto sob a ótica da despesa ou vamos evoluir para olhá-lo como investimento? Continuaremos a trabalhar com um Ministério loteado por partidos políticos e altamente vulnerável à captura por parte de agentes públicos e privados ou teremos um Ministério dedicado ao desenvolvimento do país? Sem esta reflexão teremos mais um período de tutela, tráfico de influência e autoritarismo na condução das políticas públicas para o ensino superior”, alerta Beth.

Segundo a palestrante, a imprevisibilidade e a falta de planejamento do Ministério da Educação (MEC) com políticas estáveis para o setor são os principais problemas enfrentados pelas instituições de ensino superior. “A educação deveria ser política de Estado. Hoje estamos sujeitos à criatividade e à inclinação política de quem ocupa cargos de comando no MEC. Cada um que chega leva suas ideias e autonomia absoluta para determinar o que quiser. Também falarei sobre a natureza das relações entre o setor de educação superior, sua área de atuação, e esta quimera em que o MEC se transformou”, completa.

Beth também defende o amadurecimento do setor para a defesa de políticos, das políticas e da manipulação de agentes públicos e privados para obtenção de benefícios próprios. “O país tem uma taxa de penetração de ensino superior líquida e bruta em níveis miseravelmente baixos. O Plano Nacional de Educação não é respeitado e muitas vezes desprezado publicamente por autoridades que deveriam defendê-lo. O MEC não possui plano de carreira, exigência que deveria ser nossa. A política é feita ao gosto de quem ocupa o Ministério. Quando encontramos um ministro como foi Mendonça Filho, bom. Mas e os outros que vieram antes dele para um breve passeio antes de saírem sem dizer ao que vieram?”, relembra a assessora.

Na opinião de Beth, a importância do FinancIES não é o evento em si, mas o Fórum como expressão de uma nova maneira de organizar o setor de educação superior. “Não estamos falando de instituições de ensino por sua categoria administrativa, como a Anup (Associação Nacional das Universidades Particulares, que represento. Nem de entidades legais, como sindicatos, federações e confederações. Entidades sem transversalidade podem ser comprometidas com as iniciativas empresariais e de ego dos dirigentes, capturando funcionários temerosos de perderem seus empregos. O FinancIES é livre, transversal, democrático, descomprometido de políticos e políticas e com foco bem claro: reunir a comunidade do setor em torno das melhores práticas de ensino, organizar profissionais de todo o país, e não importa de que instituição, com a troca de experiências que eleva a nossa qualidade corporativa e cria enorme rede de relacionamento virtual, que nos une e alimenta. É a forma contemporânea de organização”, avalia.

Sinepe destaca importância do FinancIES para gestores financeiros das IES

“A Confraria FinancIES vem ao encontro dos anseios dos gestores financeiros de nossas IES. É um oportuno e necessário fórum de discussão específico para nossos executivos”. A avaliação é do presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE), Airton de Almeida Oliveira, apoiador do XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), agendado para os dias 13 e 14 de novembro de 2018, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará. Nesta edição, o evento vai discutir os impactos das inovações disruptivas no cenário educacional e nas IES.

Segundo Oliveira, os desafios das IES são muitos, como implantar programas com forte propósito em resolver as fragilidades e fracassos da educação nacional e promover os casos de sucesso; e o voucher educação, centrado no programa de avanço da educação inspirado e ampliado no caso de sucesso do ensino superior da livre iniciativa no país, com a ideia de ampliar o acesso, o enfrentamento da evasão, abandono e reprovação de crianças e jovens pertencentes à educação básica, sobretudo dos alunos de baixa renda permitindo acesso e universalização da educação de qualidade.

“Há ainda a necessidade de implantar tabela diferenciada para a educação, na ordem de 50% abaixo da tabela tributária do comércio; incentivar a formação de bancada parlamentar comprometida com a educação nacional com isenção de preconceito com empreendimentos educacionais da livre iniciativa em todas as esferas de governo para garantir a representatividade de nosso segmento e o fortalecimento de nossas instituições de ensino com vista à melhoria da qualidade da educação para o desenvolvimento sustentável do país; construir uma consciência em rede, ecossistêmica a partir da educação para um Brasil que queremos; promover o entendimento de que educação de qualidade é uma questão de soberania nacional”, enfatiza o presidente do Sinepe-CE, destacando ainda a importância de rediscutir o modelo de estado amplo, desperdício crescente que o faz intromissivo, lento e descuidado com sua real missão, e a educação nacional, com inovação e inclusão.

Fundado por um grupo de educadores de conceito nacional, em 1943, o Sinepe-CE visa fomentar e incentivar a multiplicação exemplar na educação de qualidade com ensino forte e significativo no Estado, primando pela ética, transparência, competência, cultura de inovação, tecnologias e responsabilidade socioambiental em sua bússola estratégica.

Na prática, a assistência ao associado vai desde as assessorias institucionais, publicações, congressos e seminários de educação, cursos de qualificação à capacitação e atualização profissional. “O Sinepe-CE deposita toda atenção e colaboração na trilha da representatividade nas mais diversas instâncias que tratam do tema educação. Também, cuida em investir um olhar crítico na qualidade e responsabilidade política nas representações quando se refere ao tema educação em âmbito local e nacional”, conclui Oliveira.

Academia disruptiva e os impactos financeiros na IES

Vivemos momentos em que muitas situações são caracterizadas como “disruptivas”. O termo foi introduzido no mundo dos negócios pelo professor de Harvard, Clayton M. Christensen, em meados dos anos 90, com a publicação do livro “Tecnologias disruptivas” e, anos depois, com o conhecido “O dilema da inovação”.

Para o autor, a inovação disruptiva é muito mais abrangente que uma inovação revolucionária, pois representa uma mudança de grande impacto que leva o mercado a uma verdadeira alteração em suas regras tradicionais.

O presidente do FinancIES 2018 e vice-reitor do Grupo Unis/MG, Jeferson Vinhas, lembra que muitos pensadores defendem que estamos atravessando exatamente este momento no cenário da educação. “Um momento de grandes impactos e que, definitivamente, está alterando drasticamente as regras de mercado tradicionais”, avalia.

Concordando com estes pensadores, o FinancIES provoca neste ano a discussão de como estas inovações disruptivas têm impactado a Academia. Como não poderia ser diferente, interessa discutir principalmente qual o impacto financeiro estas dirupções estão trazendo para as IES.

“Pensando nisso, dividimos nosso Fórum em dois importantes momentos. O primeiro dia (13/11) será destinado à discussão do que chamamos de 'academia disruptiva'. Um time de primeira linha nos provocará com os seguintes temas: a grande revolução das metodologias ativas de aprendizagem, a profunda transformação dos espaços físicos de aprendizagem, a relação da Universidade com o mundo startup, o dilema de entregar mais qualidade com um ticket médio cada vez menor, dentre outras importantes discussões”, destaca Vinhas.

O segundo dia (14/11) ficou reservado para um bate-papo do que chamamos “De Financeiro para Financeiro”. “Será a oportunidade para que os CFO’s das IES possam ter contato com experiências de dentro e fora da indústria da educação. Experientes profissionais da área financeira irão debater os impactos eleitorais no mercado educacional, as principais tendências econômicas para os próximos anos, boas práticas de controle financeiro da indústria da educação, bem como de outras indústrias, dentre outros temas. Teremos momentos incríveis de aprendizado, troca de experiências, mas, principalmente, de ótima convivência entre pares, característica marcante de todas as 10 edições anteriores do FinancIES. Serão apenas 220 convidados”, conclui Vinhas.

Universidade de Fortaleza recebe XI FinancIES

Anfitriã do XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), a Universidade de Fortaleza (Unifor) destaca a importância evento, que se consagra nacionalmente como o único fórum de Finanças voltado exclusivamente para o ensino superior.

Nos dias 13 e 14 de novembro de 2018, a instituição de ensino será ponto de encontro dos executivos financeiros dos mais diversos estados do País para a discussão de temas da atualidade, com foco na troca de conhecimentos e busca de soluções para desafios comuns.

O gerente administrativo financeiro da Unifor, Jefferson Candido, avalia que o FinancIES colabora com as IES e profissionais da área disponibilizando excelente programação e reunindo profissionais de renome e de grande experiência. “Por isso, para nós é uma honra sediar este evento, que traz sempre informações importantes ao nosso trabalho e que contribuem para aumentar a eficiência das IES por meio de projetos colaborativos”, enfatiza Candido.

Ainda na avaliação do gerente da Unifor, o evento agrega grande valor às instituições de ensino superior do País, já que proporciona o desenvolvimento dos executivos da área. “É um Fórum realizado pelos e para os executivos financeiros, com ampla abordagem e preocupado sempre em debater os mais diversos desafios dos profissionais”, conclui Candido.

Desde 1973, quando foi inaugurada, a Unifor já formou mais de 90 mil profissionais na graduação e outros 7 mil na pós-graduação. Localizada no bairro que leva o nome de seu fundador, Edson Queiroz, a Universidade está instalada em amplo campus de 720 mil metros quadrados, emprega 1,3 mil professores e reúne 25 mil alunos distribuídos em 40 cursos de graduação, 17 de mestrados e doutorados e 80 de especialização e MBA.

A Unifor conta com estrutura formada por 300 salas de aula, 230 laboratórios especializados, auditórios, salas de vídeo, biblioteca, centro de convivência, núcleo de atenção médica, clínica odontológica, parque desportivo, teatro, espaço cultural, escritório para a prática jurídica, empresas juniores, TV universitária, escola de ensino infantil e fundamental e diversos outros núcleos de prática acadêmica e pesquisa.

Realizado pela segunda vez na Região Nordeste - a primeira foi em Aracaju (SE) no ano de 2016 -, o FinancIES escolheu Fortaleza, a cidade mais populosa do Ceará e a quinta do Brasil, com 313,140 km² de área e 2.627.482 habitantes estimados em 2017. O litoral tem extensão de 34 quilômetros, com 15 praias.

Inovação acadêmica garante diferencial às Instituições de Ensino Superior

A inovação acadêmica, dentro da proposta de academia disruptiva, representa o caminho para que as Instituições de Ensino Superior (IES) possam sempre trazer atrativos a seus acadêmicos, como inovações nos processos de ensinar e de aprender. “O ensinar está focado em como o professor ensina e em todos os desafios que constituem a docência no ensino superior. Já o aprender compreende como este acadêmico hoje está aprendendo a construir seu conhecimento. Por isso, inovar em práticas de ensino e aprendizagem faz com que as universidades tenham novos diferenciais e atratividade em suas propostas pedagógicas”, explica Elisabete Cerutti, diretora acadêmica da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) - Campus Frederico Westphalen (RS) e coordenadora de inovação acadêmica do FinancIES.

Segundo ela, por isso é importante que as IES olhem para a educação disruptiva, que rompe com modelos mais tradicionais e trabalha na perspectiva de um aluno mais protagonista, que trata da própria construção do aprender. “A disrupção com foco no aluno como sujeito do processo e as tecnologias são fortes apelos, já que esta geração que está nas universidades tem ambiência com as tecnologias digitais, que podem ser grandes aliadas na construção de suas aprendizagens”, destaca Elisabete.

Para que as IES possam investir em inovação acadêmica, a profissional defende uma proposta bem fundamentada com objetivo de garantir a formação continuada dos professores. “As universidades precisam ter espaços acadêmicos focados na inovação, definindo o que é inovar, para quem e como fazer isso acontecer, preparando os professores por meio de atividades de formação continuada, porque aquele que estiver bem capacitado nesta nova lógica vai desenvolver um ótimo trabalho em sala de aula, estando motivado e ciente das novas tecnologias e conseguindo amparo teórico e metodológico para desenvolver um trabalho diferenciado com os alunos”, ensina.

Desta forma, Elisabete avalia que a educação disruptiva tem grande importância no mercado cada vez mais acirrado. “Temos a disputa de vagas com outras IES que se avizinham às nossas tanto nos projetos pedagógicos de cursos quanto nos próprios investimentos ao alunado, e precisamos criar perfis de concorrência e de aprendizagens diferenciados. E nos tornarmos diferenciados neste mercado é pensar que o ingresso de novos estudantes ou o conceito de empregabilidade e de uma universidade empreendedora precisam tratar o aluno como protagonista do processo, o capacitando para os diferenciais que o mundo do trabalho exige hoje”, destaca a profissional.

Ela acrescenta que quando existe a formação em que o aluno sai melhor preparado e com um conjunto de conhecimentos capaz de ofertar oportunidades profissionais que deem respostas ao que o mercado precisa, a universidade está no caminho certo da inovação. “O maior desafio é ter propostas além das próprias diretrizes curriculares nacionais e que tragam diferenciais como as ferramentas que o novo mercado deseja”, acrescenta Elisabete, completando que existem várias oportunidades de inovação de aprendizagem que diferenciam as IES.

“Há o forte apelo à internacionalização, que faz com que a gente aprenda com o outro, neste mundo global, as veias de uma formação que traga este diferencial na vida de quem escolheu a universidade. A educação disruptiva nasce deste meio norte-americano em que várias universidades já conseguem polarizar trabalhos e investimentos em ensino a partir de uma lógica que devolve ao estudante o seu efetivo aprendizado. Olhar para estas práticas em diferentes níveis informativos é contabilizar para a IES processos de inovação que vão além dos modelos tradicionais de ensino. Quanto mais aproveitadas as tecnologias que os alunos possuem, trazendo soluções de aprendizagem, quão mais preparados os professores e as propostas diferenciadas de construção do conhecimento, mais estaremos envolvidos nesta evolução que desejamos”, considera.

Por fim, Elisabete avalia que o FinancIES é um espaço para discussão destas questões em várias vértices, que vão muito além do financeiro, transitando por todas as estruturas da universidade. “Dentro de suas políticas institucionais, da viabilidade da construção de um projeto pedagógico diferenciado, precisamos destes novos protagonistas no cenário da educação superior com foco voltado aos estudantes que necessitam desta disrupção para se darem conta de que, no futuro, devem pensar em significativas melhorias e aprendizagem para estarem

Fórum Regional do FinancIES discute como o Fies influencia na situação financeira da IES

Os graves problemas de timing em relação ao Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) farão com que o impacto do novo programa sobre as finanças das instituições de ensino superior (IES) do País seja muito reduzido. A avaliação é de Elizabeth Guedes, vice-presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), assessora institucional do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) e membro titular do Conselho de Participação do Fundo Garantidor do Fies, que comandará os fóruns regionais do FinancIES em Belo Horizonte (MG), no dia 20 de junho, e em Porto Alegre, no dia 26 do mesmo mês.

O FinancIES é formado por gestores financeiros de todas as regiões do País que se comunicam durante o ano inteiro na Rede FinancIES e se reúnem em encontros regionais e na edição nacional - que está marcada para os dias 13 e 14 de novembro, em Fortaleza (CE). “Polo gerador de discussões técnicas de gestão, de estratégias para os desafios comuns da atualidade e de oportunidades de negócios, o FinancIEs se consagra como exemplo de sucesso compartilhado”, reforça Jeferson Vinhas, presidente do FinancIES e vice-reitor do Grupo Unis-MG.

Na discussão sobre o Fies, Elizabeth Guedes vai mostrar pesquisas como o levantamento que revela que 75 mil candidatos desistiram das vagas que receberiam seja por causa do sistema, seja pelos baixos percentuais de financiamento concedidos. “Apenas após penar semanas tentando sua vaga eram informados de que receberiam menos de 20% do valor da semestralidade. O que para as faixas de renda atendidas é um problema insolúvel. Se formos bem-sucedidos podemos pensar em ter 30% das 100 mil vagas preenchidas. O que é nada...”, avalia.

Ainda de acordo com Elizabeth, em primeiro lugar houve o prazo para a discussão da Medida Provisória (MP), que trouxe as novas regras. “Ali trabalhamos muito para alcançar as modificações que queríamos: fim do boleto único; a garantia de percentuais mínimos de financiamento; participação do Comitê Gestor do Fundo- FG-Fies; inclusão dos alunos de cursos à distância no programa; a manutenção do critério de reajuste das semestralidades segundo o que determina o Decreto 9870/1999; aumento do aporte da União ao fundo garantidor; redução dos encargos financeiros pagos ao agente operador, uma vez que aos alunos foi determinado que passassem a pagá-los; limite de perdas atribuídas às IES em caso de inadimplência, tratando-se o Fies de um programa público de inclusão social; redução das prerrogativas do Comitê Gestor do FG-Fies; desvinculação entre o programa vigente até 2017_2 e o que estava sendo proposto; exclusão de multa à IES por inadimplência do aluno e a responsabilização da IES apenas para inadimplência de seus próprios alunos”, conta.

A vice-presidente da Anup destaca que as emendas foram apresentadas por diversos parlamentares e demandaram dias e noites de trabalho no Congresso. “Pela lista acima, todos podem ver que conseguimos avançar pouco. Mas aprovado o programa e promulgada a Lei, não adianta chorar sobre o leite derramado. A adesão é voluntária e estamos trabalhando para ajudar aquelas IES que aderiam a enfrentar os gigantescos problemas ocasionados pelo mal funcionamento do sistema. Um problema crônico desde 2015_1. Ainda hoje, início de junho, os aditamentos de contrato correm lentamente, com um pequeno mas expressivo conjunto de erros que simplesmente impedem que eles sejam processados. Os alunos estão em sala de aula, os professores e todas as despesas estão sendo pagas pela IES que, no entanto, não consegue regularizar a matrícula e receber o que lhe cabe pelas aulas dadas”, considera.

Na avaliação de Elizabeth, não há como considerar que, em meio ao baixo crescimento econômico, o Fies tenha contribuído para aliviar a escassez de matrículas e de inclusão.

Assessoria de Capital Humano do FinancIES orienta sobre melhores práticas para as IES

A estrutura de negócios do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) conta com um novo serviço. A Assessoria de Capital Humano está sob o comando da profissional de Recursos Humanos e CEO e Partner da S7 Consulting, Mariciane Gemin, que atua em todo o País e já inseriu mais de 2 mil executivos de primeira linha no mercado.

O objetivo, segundo Mariciane, é apoiar o grupo em temas voltados à gestão de pessoas. “Vamos estimular melhores práticas para que as IES tenham uma liderança transformadora com equipe de alta performance, equilibrando propósitos e valores para geração de resultados”, explica.

Os serviços acontecerão em dois pilares: informativo - geração de conteúdo (palestras, artigos, pesquisas), que tem como objetivo a interação com o mercado, suas tendências e melhores práticas; e interativo - capacitação contínua com foco em desenvolvimento humano (formato de Universidade Corporativa), com objetivo da qualificação da liderança em aspectos práticos e vivenciais.

A profissional de RH destaca a importância do FinancIES para a disseminação de práticas (cases de sucesso). “Eventos como este estimulam ações inovadoras, fomentam metodologias, processos, controles e indicadores para melhor performance do negócio, elevando a gestão das IES em aspectos acadêmicos, pesquisas tecnológicas e modelo de gestão executiva”, avalia Mariciane.

Ela também destaca o trabalho em equipe como gerador de melhores resultados. “Este grupo tem a oportunidade de debater problemas para chegar mais rápido às soluções, divide inquietudes para fazer a diferença no segmento e gera um ambiente contributivo e forte para questões frente a órgãos reguladores e negociações governamentais. Ou seja, há mais foco na contribuição para o negócio de educação do que a competitividade mercadológica”, completa.

O XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) acontecerá nos dias 13 e 14 de novembro de 2018, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará. Nesta edição, o evento vai discutir os impactos das inovações disruptivas no cenário educacional e nas IES. As inscrições estão abertas, mas com vagas limitadas. Os interessados em participar ou patrocinar o FinancIES devem acessar o site www.financies.com.br .

Mari estará conosco no XI FinancIES. Venha conhecer o que mais a nova Assessoria de Capital Humano tem para você.

FinancIES é canal facilitador e associativo

Canal facilitador e associativo de grande importância na vida educacional em todo o País, o Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) cumpre ao longo dos últimos 11 anos, fundamental papel institucional desde sua primeira edição.

“Como sociedade, somos um coletivo e, partindo deste ideal (a Educação), desse desejo de realizar e colaborar, o evento é um canal facilitador e associativo entre as IES”, reforça Iram Alves dos Santos, membro do conselho consultivo da Universidade Braz Cubas.

Na avaliação do ex-presidente e membro do Conselho Superior do FinancIES, o Fórum representa uma ferramenta muito ágil e que se movimenta com grande facilidade para o esclarecimento e remoção de dúvidas nas operações diárias comuns à rotina das mais diversas instituições de ensino superior do País.

“O FinancIES é um evento de abrangência nacional, no qual é livre a expressão de dúvidas, anseios e soluções praticadas pelos executivos das IES”, considera Santos.

Diante da representatividade do evento, da expressiva produção de conhecimento e da valiosa troca de experiências vivenciadas nas atividades propostas pela programação, o Fórum se consagra como gerador de discussões técnicas de gestão, de estratégias para os desafios comuns da atualidade e de oportunidades de negócios.

“A troca e a divulgação das boas práticas entre as IES criam uma sinergia muito positiva que continua após o evento, durante todo o ano, até a próxima edição”, conclui o ex-presidente.

XI FinancIES vai discutir 'Academia Disruptiva e os impactos financeiros na IES'

A discussão sobre os impactos das inovações disruptivas no cenário educacional e nas Instituições de Ensino Superior (IES) do País irá nortear os debates do XI Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), agendado para os dias 13 e 14 de novembro de 2018, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na Capital do Ceará.

Para debater este momento vivido pela educação brasileira e os impactos econômicos das inovações disruptivas às IES, gestores financeiros de todo o País estarão reunidos na 11ª edição do principal evento educacional do Brasil. Polo gerador de discussões técnicas de gestão, de estratégias para os desafios comuns da atualidade e de oportunidades de negócios, o FinancIES consagra-se como exemplo de sucesso compartilhado.

A extensa programação dos dois dias do evento conta com palestras, dinâmica de grupo, apresentação de cases de sucesso, momento cultural, almoço com líderes da educação superior e outras atividades com o objetivo de proporcionar a troca de conhecimentos e de experiências entre os representantes das IES.

A expectativa do XI Fórum é reunir cerca de 220 executivos de instituições de ensino superior de todas as regiões do Brasil, que já se comunicam o ano todo na Rede FinancIES.

Patrocinadores

5Seleto
Alves Benedito Advogados
Banco do Nordeste
Banco do Nordeste (Governo Federal)
Capta2Edu
Cobrafix Cobranças Educacionais
Creduc
DDM Cobrança Educacional
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Educafix
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J. A. Rezende
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Apoiadores

ABMES - Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
ABRUC - Associação Brasileira das Universidades Comunitárias
ACAFE - Associação Catarinense das Fundações Educacionais
Afeesmig
AMPESC - A Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina
Anaceu - Associação Nacional dos Centros Universitários
ANEC - Associação Nacional de Educação Católica do Brasil
ANUP - Associação Nacional das Universidades Particulares
CRUB - Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras
FENEP - Federação Nacional das Escolas Particulares
SEMERJ - Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro
SEMESG - Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Educação Superior do Estado de Goiás
SEMESP - Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo
Sinep/MG
SINEPE/CE
SINEPE/SC -  Sindicato das Escolas Particulares do Estado de Santa Catarina

Instituição Anfitriã

Unifor

Realização

Matiz Capacitação para Resultado